Entenda a diferença entre dengue, zika e chikungunya

Não sei vocês mas nós aqui estamos TENSOS com o mosquito e com as variações de doenças transmitidas por ele. Confesso que tava tudo junto e misturado na minha cabeça mas agora eu entendi a diferença entre dengue, zika e chikungunya. Vem comigo!

dengue, zika e chikungunya

Em 2015, os brasileiros enfrentaram a maior epidemia de dengue já registrada no país. Segundo o boletim epidemiológico do Ministério da Saúde, foram mais de 1.566.510 casos prováveis em todo território nacional. O ano também foi responsável por apresentar aos brasileiros duas novas doenças transmitidas pelo Aedes Aegypti: o zika vírus e a febre chikungunya.

Além do transmissor, as doenças também possuem sintomas semelhantes. Veja as principais diferenças entre eles:

dengue, zika e chikungunya

Fonte: Dr. Ivan Marinho, Infectologista no Hospital São Camilo de São Paulo.

Como prevenir dengue, zika e chikungunya

O mosquito é atraído pelos odores transmitidos pelo corpo humano na transpiração. Por meio de suas antenas ele capta esses cheiros, que o levam até os indivíduos. Os repelentes, por sua vez, agem formando uma espécie de nuvem de substâncias não tóxicas ao redor da pele e quando o inseto se aproxima suas antenas são impregnadas por essas moléculas, entupindo seus microscópicos poros e impedindo que ele perceba os odores.

Embora o alerta principal seja para a proteção das grávidas,  os pequenos estão especialmente expostos porque usam roupas leves que deixam a maior parte do corpo desprotegida, além de ser uma época propícia para brincadeiras ao ar livre. Por isso, o cuidado com eles deve ser redobrado, com o uso de repelente adequando. Existem formulações específicas para as crianças, porém, devido ao perfil de alta segurança quanto à toxicidade, o IR3535 é o único indicado para o uso a partir de 6 meses, tendo a mesma eficácia em pessoas de todas as idades, inclusive gestantes.

“A segurança do IR3535 se deve ao fato de possuir estrutura química exclusiva, semelhante à beta-alanina, um aminoácido encontrado no corpo humano. Por esse motivo, esse princípio-ativo é classificado como biopesticida, muito bem tolerado por bebês, idosos e pessoas com pele sensível, enquanto outros repelentes são classificados como pesticidas,” explica a Farmacêutica-bioquímica da Merck, Thalita Cristina Estima de Jesus. “Além disso, o IR3535 não tem restrições a quantidade de aplicações diárias, enquanto as demais opções podem ter limite máximo diário devido ao risco de neurotoxicidade.”

Como usar o repelente:

Apenas as áreas expostas do corpo devem receber o repelente. O produto deve ser reaplicado conforme a indicação de cada fabricante e em caso de suor excessivo ou contato com água.  Porém, é importante atentar para o limite de aplicações diária de cada produto.

  • Apenas o IR3535 não possui restrição de aplicações diárias e pode ser usado em crianças a partir dos 6 meses.
  • Existem repelentes específicos recomendados para as crianças, com formulações menos tóxicas.
  • O tempo de ação varia de acordo com a concentração de princípio ativo na fórmula.
  •  Os bebês com menos de 6 meses devem ser protegidos com roupas adequadas e frescas, e proteção na casa e no berço. As mães devem ter cuidado redobrado para evitar que os mosquitos entrem em casa.
  • Nenhum repelente é 100% eficaz, e, sendo assim, todas as medidas acima, bem como as que são apresentadas regularmente pelo Ministério da Saúde, devem ser seguidas.

Por aqui temos aplicado e reaplicado repelente, cuidado para eliminar os insetos, mantendo telas mosquiteiros nas janelas e as portas fechadas.

Conhecer mais sobre dengue, zika e chikungunya é o melhor para prevenir.

beijos

Lele

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